Cliente TIM é lixo!

Sou cliente (pré-pago) da TIM há muitos anos. Não porque o serviço é bom (se fosse, eu não precisaria ter colocado um repetidor GSM dentro de casa pra poder usar o telefone), mas principalmente porque outras pessoas da minha família (e amigos) também usam TIM, e com isso nos falamos pagando menos.

Sabemos que no Brasil não existe uma operadora de celular que seja realmente boa.  O sinal geralmente é horrível e o 3G costuma ser pior que modem 56K. Trocar seis por meia-duzia não resolve nada, mas hoje a TIM passou dos limites!

Comprei um Galaxy S4 i9505, que usa um chip MicroSIM, sendo que meu chip atual é padrão SIM, ou seja, não cabe. Uma troca que deveria ser simples,  foi na verdade o começo do meu inferno!

Olhando para a parte do chip (aquela dourada) no cartão SIM, pelo tamanho da mesma, presumi que não adiantaria fazer a “gambiarra” de cortar o cartão pra deixar do tamanho do MicroSIM (o que posteriormente se confirmou). Sendo assim, entrei no site da TIM para localizar uma loja onde eu pudesse fazer a troca do cartão (mantendo o mesmo número de telefone). Aí já foi o primeiro desgosto: a página de localização das lojas estava fora do ar. Busquei no Google, e todos os números e endereços retornados mostravam telefones que estavam fora de operação.

Resolvi ligar no atendimento da TIM e pedir informações sobre a localização das lojas da TIM na cidade. Me passaram 3 endereços (sem telefone, pois segundo eles, o sistema não mostrava essa informação – podem rir!!). Fui até o primeiro endereço, que descobri ser um quiosque multi-operadora dentro do Walmart, e a atendente me informou que MicroSIM ela só tinha da Vivo (TIM mandando cliente pra concorrência?!). Me indicou tentar na rodoviária (?!). Lá encontrei uma lojinha que vendia cartões de diversas operadoras. O “senhorzinho” me disse que ele tinha MicroSIM da TIM, mas que para manter o número, só indo na loja da TIM mesmo.

Enfim, fui para o Shopping Piracicaba (como odeio ir naquele shopping), onde, por sinal, está a única loja da TIM ainda ativa na cidade (afinal, a cidade é pequena, né?! “Só” meio milhão de habitantes). O vendedor tentou me empurrar um plano pós-pago, dizendo que ele não tinha chip MicroSIM “branco” pra colocar o meu número, mas que se eu fizesse um plano pós, poderia manter o número. Falei que pós-pago não me interessava, pois eu quase não uso celular (pra falar). Perguntei como iria resolver o problema, e ele disse que não tinha como resolver, e que eu p0deria ir em outra loja TIM, em alguma cidade da região!!!! Olha o absurdo! Ter que andar dezenas de km até outra cidade, pra fazer uma mera troca de chip (isso se não viessem com a mesma estória). Argumentei, reclamei, etc., tudo sem efeito. Saí da loja inconformado, pois já tinha perdido a tarde nisso.

Ainda no shopping, liguei no *144 e expliquei para a atendente o que aconteceu. Ela aparentemente ficou “espantada” com aquilo que ouviu, e no fim das contas, pediu pra que eu voltasse na loja e deixasse que ela falasse com o vendedor, pois era obrigação deles fazer a troca sem obrigar a trocar de plano. Fiz isso, mas o vendedor que me atendeu da primeira vez estava ocupado, portanto, passei pra um outro. Com “cara de bosta”, ele me devolveu o celular e disse que iria fazer a troca. Perguntei “como?”, se o outro individuo disse que não tinha cartões disponíveis. Depois de tentar dar algumas desculpas esfarrapadas, acabou abrindo o jogo, e disse que eles recebem celulares novos com chips “em branco”, e seguram esses chips pra colocar nesses aparelhos, afinal, ganham muito mais na venda de um aparelho do que trocando um chip de quem já é cliente (o que é uma visão totalmente imediatista, pois numa dessa, perdem vários clientes para a concorrência).

Enfim, a troca foi feita (R$ 10).

Saí de lá com vontade de voar no pescoço de “alguém”, e inconformado por ser tratado como “lixo”. Vou pesquisar outras operadoras, na tentativa de achar uma “menos pior”, já que “boa” mesmo não existe. Se encontrar, adeus TIM!

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O Livro da Moto

Para quem curte motos, a editora Globo acaba de lançar no mercado nacional O Livro da Moto (Enciclopédia Visual), contendo fotos e algumas especificações de 1.000 motos fabricadas desde 1.920. O livro tem capa dura, formato grande e luxuoso. O papel e a impressão são de ótima qualidade (coisa rara atualmente).

Recheado de fotos, o livro de 320 páginas não deve ser confundido com uma literatura técnica. Apesar de ter alguns capítulos dedicados a temas mais técnicos, como motores, etc. o foco do livro é apresentar as motos de forma visual (fotografias). A imagem de cada modelo é acompanhada de uma brevíssima descrição, e alguns dados como Fabricante, HP, velocidade máxima, etc.

Harleys, Indians, Honda, Yamaha e muitas outras marcas estão devidamente representadas.

Com certeza um ótimo presente para agradar quem gosta de motos!

Compre agora, no Submarino ou na Americanas.

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Black Friday 2013 – vale a pena?

Depois do “fiasco” da Black Friday 2012 – está entre aspas porque apesar da enganação nos descontos do tipo “tudo pela metade do dobro”, as vendas foram recordes – entidades como o Procon dizem estar “de olho” nas lojas com promoções enganosas esse ano. Além disso, sites como o ReclameAqui montaram páginas oficiais do BlackFriday, monitorando as enganações e reclamações dos compradores.

Infelizmente, apesar do alarde, o que constatei fazendo algumas pesquisas é que a grande maioria das “promoções” não são nada diferentes das promoções rotineiras que as lojas costumam fazer regularmente. Além disso, alguns sites continuam subindo o preço de alguns produtos nos dias que antecedem a BF, para depois anunciar que está com um “grande desconto”.

Black Friday no Brasil não passa de uma jogada de marketing, que gera uma grande expectativa nos consumidores, que acabam na maioria das vezes comprando mais por impulso do que pelo “desconto” propriamente dito. A coisa é tão ridícula que importaram o nome dos EUA, aplicando no Brasil em uma data que pra nós não tem contexto algum. Além disso, milagre nesse país não existe: os impostos não deixam de serem cobrados na Black Friday, e mesmo que a empresa corte seus lucros ou faça algum acordo com os fornecedores, nunca poderiam oferecer desconto de 80% em centenas de produtos sem sair no prejuízo!

Enfim, a dica é ficar esperto, e não deixar se levar pela “emoção”. Como sempre, a pesquisa e a racionalidade são as principais armas do consumidor contra o engodo apresentado.

Por fim, pra não dizer que não encontrei nada interessante, o tablet Samsung Galaxy Note 8 está com um preço bom (R$ 699) no Submarino, mas o preço já estava assim antes mesmo da Black Friday começar.

Pra encerrar: além de ficar esperto, o consumidor que se aventurar pelos sites participantes da Black Friday, precisará também de uma grande dose de paciência, pois a maioria deles ficam sobrecarregados, e conseguir navegar ou mesmo finalizar a compra se torna uma tarefa quase que impossível!

Black Engodo!

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Quer economizar nas suas férias?

circo-brasilParece que brasileiro nasceu pra se ferrar mesmo. Somos explorados de todos os lados, a começar do próprio governo, que nos esfola com uma carga tributária absurda! Mas infelizmente, a coisa não para por aí. Há algum tempo atrás, foi noticiado que ao se comprar uma passagem da TAM, acessando o site da empresa em inglês, o custo era menor do que a mesma passagem quando comprada pelo site em português. Apesar da empresa ter alegado ter sido uma “falha no sistema”, parece que a prática de beneficiar os gringos não se limita a companhias aéreas.

Veja por exemplo, o resort Iberostar, considerado de alto nível, e que tem uma de suas unidades em Salvador-BA. Acidentalmente, descobri que ao fazer uma reserva pelo próprio site do hotel, mas acessando de um computador localizado fora do Brasil, o preço mostrado era quase 40% menor do que quando acessado de dentro do Brasil! Faça o teste você mesmo:

  1. Configure seu browser de internet para usar um proxy que esteja fora do Brasil (ex: Russia, Republica Tcheca, etc)
  2. Acesse o site do hotel e proceda para fazer uma reserva
  3. Verifique o preço apresentado
  4. Agora acesse o mesmo site, só que sem o proxy, e simule uma reserva para o mesmo período anterior, com as mesmas características, e compare o preço.

E tem mais: se decidir finalizar a reserva usando o método do proxy, você não precisa “mentir” em nenhuma informação. Coloque seu endereço real, no Brasil mesmo! Isso não vai alterar o preço e você não poderá ser acusado de ter dado informação falsa. Sei de várias pessoas que fizeram a reserva dessa forma, e já usufruíram do “desconto”, sem qualquer problema.

Resumindo, tudo leva a crer que o hotel oferece preços menores para estrangeiros, do que para a própria população do país em que sua unidade está instalada! Absurdo, não?

Algumas observações:

  • Ao acessar via proxy, o preço apresentado será em dólar. Dependendo da cotação atual, a diferença com o preço “brasileiro” pode ser maior ou menor.
  • Lembre-se também que ao pagar com seu cartão internacional, o governo irá morder 6.38% de IOF (agradecimentos à Dilma) sobre o valor, pois entra como uma operação feita com uma empresa fora do Brasil. Além disso, o dólar pode variar até a data do pagamento da sua fatura, portanto, você poderá pagar mais ou menos do que o previsto, dependendo da flutuação do câmbio. Fique atento.

E aí, tá a fim de passar umas férias gastando um pouco menos?

Obs: A intenção desse post não é meramente te ajudar a economizar, mas sim uma forma de protestar e fazer o pessoal “abrir o olho”, afinal, o preço deveria ser igual para todos.

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Saudades do “baixo nível” :)

Há alguns dias atrás, fuçando em uma pilha de CDs do “fundo do baú”, encontrei um CDShare de 1994, que até onde lembro, foi distribuído na (falecida) Fenasoft.

O CD era montado pela Kanopus e distribuído pela RBT (Rede Brasileira de Teleinformática). A WarmBoot BBS, da qual fui SysOp, era integrante da RBT, e contribuía com o conteúdo do CD disponibilizando as edições do WarmNews, uma revista eletrônica em SVGA que eu havia desenvolvido em Turbo Pascal + inline ASM, contendo matérias de interesse geral, especialmente para os usuários de BBS.

Para situar os mais novos (que já nasceram na época da Internet), os BBS eram servidores conectados a linha telefônica através de modems, onde as pessoas se associavam e conectavam (via modem discado) para trocar mensagens e arquivos.

Mais detalhes do WarmNews ficam para um próximo post. Esse aqui é pra tratar de um pequeno executável chamado great2!.exe que era distribuído com todos os arquivos da WarmBoot, e continha informações sobre o BBS, como conteúdos, telefone, etc.

O great2! foi feito em Assembly, e tinha cerca de 6kb de tamanho (após ser comprimido pelo lzexe). Naquela época, um dos meus passatempos era programar em baixo nível, especialmente em Assembly. Ainda tenho aqui livros sobre programação “baixo nível” pra EGA (quem lembra disso?), VGA e SVGA. Devido ao pouco poder de processamento dos 286 e 386, qualquer coisa “gráfica” decente precisava ser feita em ASM para que tivesse a performance adequada. A particularidade do great2! era que ele não usava gráficos, mas sim tela texto “normal”, e rotinas em ASM para sincronizar a pintura da tela com o refresh do monitor (CRT, obviamente), de forma a se conseguir uma rolagem e transições suaves! O pequeno executável também tocava um “midi” em background (na época, a SoundBlaster era o padrão em placas de som, totalmente compatível com a – ainda mais arcaica – AdLib), exibindo um “VU” na tela para cada instrumento da música, dando um efeito de “spectrum analyzer” 😀

A rotina de música e a própria música em si peguei prontas na – até então só disponível em universidades públicas – Internet.

O mais impressionante é que consegui rodar o great2! (e o WarmNews também) em um emulador de DOS (DosBox dentro do Windows 7 64bits) e funcionou perfeitamente, inclusive com som e rolagens suaves!

Abaixo segue um vídeo que gravei do great2! sendo executado. Saudades de quando tinha tempo de brincar com essas coisas…

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Black Friday “Brasileiro” aparentemente será mais um mico!

Infelizmente, o comércio brasileiro ainda trata os consumidores como idiotas ou pessoas sem cérebro! Nos últimos dias, pudemos observar uma avalanche de anúncios nas mídias on-line, referentes a descontos de até 90% nessa sexta-feira “Black”.

A “Black Friday” tem tradição nos Estados Unidos (é a sexta-feira logo após o feriado de Ação de Graças), onde formam-se longas filas nas lojas, durante a madrugada, para comprar produtos com descontos excelentes. Desde o ano passado, o comércio brasileiro (especialmente o comércio eletrônico) vem tentando trazer a tradição do “Black Friday” para o Brasil, como uma tentativa de fazer o povo consumir. No entanto, o que se viu ano passado foram descontos fajutos, onde os preços eram aumentados na “véspera” da promoção, fazendo com que o o valor final (após aplicado o desconto “negro”) ficasse próximo ao que se praticava nas semanas anteriores. Ou seja, puro marketing pra tentar enganar o consumidor e fazer com que ele gaste mais achando que está economizando por causa do “super desconto”.

A matemática é simples: Imagine um produto que costuma ser vendido a R$ 1.000. Na Black Friday, anunciam que o produto está com 50% de desconto, só que na véspera, aumentam o preço do produto pra R$ 1.800, ou seja, o preço final será R$ 900, um desconto real de 10% em relação ao preço praticado “normalmente”. Não duvido que haja casos onde o preço final fique igual ao preço “normal” do produto.

Infelizmente, tudo indica que esse ano a palhaçada se repetirá. Quer ver? Entre em http://www.jacotei.com.br e procure um produto eletrônico, por exemplo, tablets, celulares, TVs, etc. Depois, clique no botão “Gráfico de preços” e observe que nos dias que antecede a “Black Friday”, os preços sofrem um aumento absurdo, vide exemplos abaixo:

 

 

NÃO SEJA TROUXA, CONFIRME SE REALMENTE ESTÁ PAGANDO MENOS ANTES DE COMPRAR NA BLACK FRIDAY!

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