Cadê a consciência ecológica da MS?

Recentemente, adquiri uma Action Pack Subscription da Microsoft. Depois de semanas e diversos contatos via telefone e email, tentando resolver pendências que não existiam, sobre informações que (segundo eles) estavam faltando no cadastro, mas que já haviam sido informadas inúmeras vezes (cnpj, etc), o MAPS foi finalmente liberado.

Ontém, recebi um envelope de plástico, enorme (no mínimo tamanho A3). Estranhei, pois o MAPS adquirido era somente para download eletrônico dos softwares (sem mídia). Abri o envelope, por sinal, super reforçado, e encontrei dentro dele outro envelope (?!?!) todo forrado com plástico bolha. Pensei: Opa, pra ter tanto cuidado, deve ter alguma coisa frágil aí dentro. Abri então o segundo envelope, e qual foi a surpresa quando encontrei apenas alguns papéis de licença, um folheto e uma nota fiscal!

Não me entendam mal, mas pra que usar dois envelopes de tamanho super exagerado, com plástico bolha, etc. se dentro dele só tem papel? Até onde eu sei, papel não quebra, então um simples envelope de papel, tamanho médio, estaria ótimo, e poluiria menos o planeta.

Mais contraditório ainda é ler no folheto (incluso dentro do segundo envelope):

Agora, com base no feedback de parceiros, os benefícios do seu Action Pack Subscription estão disponíveis para download digital[…]Você também ajuda a reduzir nosso impacto ambiental[…]

huh?

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Google Maps Navigator

O Google decidiu mesmo atirar para todos os lados 🙂 Além de busca, Gmail, Picasa, GoogleEarth, Maps, Orkut, YouTube, Office, etc, agora está lançando uma aplicação de navegação GPS (Google Maps Navigator),  e com isso, acrescentará mais alguns nomes na sua lista de empresas que querem ver sua caveira concorrentes (TomTom, Nav’n’Go, etc) que, com certeza, não gostaram nada da notícia.

O interessante é que o software, que funciona no Android 2.0, tem um recurso único que mostra o trajeto em tempo real, so que ao invés de usar aqueles mapinhas manjados, tem a opção de colocar fotos reais (vindas do Google StreetView, quase desconhecido no Brasil) ou fotos de satélite, plotando o trajeto em cima delas.

Provavelmente não funcionaria muito bem no Brasil, visto a qualidade atual das conexões GPRS/3G, sem falar na conta no final do mês, afinal, tudo é baixado on-line (mapa, fotos, etc).

O software ainda oferece um monte de frescuras extras, como busca por voz, informações de tráfego (que provavelmente também não funcionaria no Brasil), etc.

Resta saber se o Google não será mais uma daquelas empresas que oferecem soluções para tudo que você imaginar, só que acaba não se especializando em nada, ou seja, tem de tudo, mas nada do que oferece é realmente ótimo. Por enquanto, não é o caso… mas vamos ver onde isso vai dar.

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Oferta de emprego p/ programador Delphi

Um amigo que possui uma Software House em Americana-SP estava reclamando comigo sobre a dificuldade de se encontrar programadores Delphi atualmente. Para tentar ajudar, estou publicando este “anúncio” aqui no blog, para que, caso algum programador Delphi se interesse, entre em contato com ele.

Aproveitando a deixa, acredito que essa situação de possível falta de programadores Delphi no mercado de trabalho esteja intimamente ligada ao fato de que muitas universidades deixaram de usar o Delphi em seus cursos, preferindo Java ou C#, fazendo com que os profissionais recém-formados dêem preferência por trabalhos que usem essas linguagens. Se a Embarcadero fosse (for?) esperta, faria acordos com as escolas e universidades, oferecendo licenças gratuitas do Delphi para serem instaladas nos laboratórios, pois se existe demanda no mercado, provavelmente o culpado do sumiço do Delphi nas escolas é justamente o custo do licenciamento 🙁

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Google capengando… será isso uma tendência?

O Google sem dúvida foi/é uma das melhores coisas que apareceram na “Internet” nos últimos tempos. Seja pelo mecanismo de busca, GMail, Google Earth, Android, Picasa, ou qualquer uma das outras dezenas de “tecnologias” que ele nos oferece, uma coisa é certa: o Google não tem medo de arriscar e inovar.

No entanto, especialmente nos últimos meses, tenho sentido muita instabilidade nos serviços oferecidos. A falta de disponibilidade do GMail é noticiada pela mídia cada vez mais frequentemente, e outros sites, como o Orkut, respondem cada vez mais lentamente a meros clicks para mudança de páginas ou comunidades.

O fato é que, por serem serviços gratuitos, esses problemas e instabilidades são geralmente “relevados” pelos usuários. Afinal, se não estou pagando, não posso exigir muita coisa, certo? Bem, não é bem assim. Se o Google quiser continuar no “topo”, vai ter que dar um jeito de mostrar que pode oferecer qualidade e estabilidade nos serviços, mesmo nos “free”. Ou então, pode esperar que vai aparecer alguém pra passar a perna nele, e não precisa nem ser uma Microsoft, pode ser qualquer um, com um pouco de dinheiro e boas idéias.

O Google não é bonzinho. Por trás de tudo isso que ele oferece, o objetivo continua a ser lucrar. Hoje, sua maior fonte de renda é a publicidade, mas de que adianta publicidade, se o site não abre ou se os links não funcionam? Como é que vai aparecer os banners de propagandas, se a página não carrega, ou se não consigo entrar no Gmail? E quem vai ter coragem vontade de pagar pelas versões “vip” de alguns dos serviços, se não dá pra confiar que ele funciona quando você precisa?

Google, abre o olho!

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