Piada do dia…
O sujeito é americano e se chama Marc Faber.
Blog do Carlos H. Cantu sobre coisas interessantes ligadas a tecnologia, música, etc.
Programação, música, humor e tudo que possa interessar!
O sujeito é americano e se chama Marc Faber.
Esses são sentimentos que me afligem cada vez mais neste país. Até quando o Brasileiro vai parar de dar “jeitinho” pra se manter vivo, e fazer o que é correto: protestar e exigir que o governo atue de forma digna, com uma política tributária justa e eficiente?!
Infelizmente, há um fator “cultural” que ainda reina no Brasil, onde as pessoas tem “orgulho” do “jeitinho brasileiro” de resolver as coisas. Está difícil para o povo daqui entender que “jeitinho” não é solução! Não resolve problema, e muitas vezes ainda cria consequências terríveis que prejudicam toda a população.
Infelizmente, o povo Brasileiro é muito passivo… aceita tudo que lhe é imposto, muitas vezes porque acha que se a coisa apertar muito, dá-se um “jeitinho” pra resolver…
Porque decidi escrever este post? Veja aqui.
Dispensa comentários (clique nas imagens para ver integralmente):
Me deparei com uma notícia no site Engadget sobre um computador de 8 bits sendo vendido na China e na Índia por USD 49. A surpresa foi ver as características técnicas do mesmo: CPU 6502 de 1Mhz, a mesma usada no Apple II 😉 Apesar de não estar muito detalhado, de cara podemos citar como diferença para a versão da maçã, o fato de ter por padrão uma entrada para “cartucho” (no melhor estilo do velho “Atari”), joysticks, mouse, além de som estéreo.
Mas será que nos tempos de iMac, Netbooks, PlayStations e Wii, alguém ainda tem interesse em comprar um negócio desses?
Uma coisa eu tenho que reconhecer sobre o INRI Cristo: o cara me faz dar boas risadas! Não é possível que alguém mantenha a seriedade assistindo as entrevistas dele para o CQC, João Gordo, ou os outros vídeos que estão por aí!
Leia essa entrevista, feita diretamente com o “messias”, sobre seu último sucesso que está rolando no YouTube!
Como sempre soubemos, o governo não gosta de facilitar nossa vida, e sempre que tem a oportunidade de fazê-lo, acaba fazendo com qualidade questionável. Vejamos o exemplo que está deixando muitos programadores loucos: NF-e (Nota Fiscal Eletrônica).
Entre outras exigências, o XML que é enviado para o governo autorizar a emissão da nota, deve conter o nome da cidade e o código do município, segundo cadastro do IBGE. Nem bem acabei de normalizar as informações do meu BD com os dados obtidos do IBGE, e já me deparei com situações que vão de curiosas até ridículas. Vejamos o primeiro exemplo:
Mogi-Mirim: é uma cidade do interior de São Paulo. No entanto, no cadastro do IBGE, o nome se escreve com “j”, ou seja, Moji-Mirim. No entanto, tirando o IBGE, todo o resto da população e organizações escreve o nome com “g”. Olhe o site da prefeitura da cidade, os Correios, etc. e você verá que está tudo com “g”. E aí, quem está certo?
Guará: Na base do IBGE, Guará é um município do estado de São Paulo. No entanto, fui questionado por um cliente que precisava emitir uma NF para Guará no Distrito Federal, e adivinhe?! Na base do IBGE não existe Guará no DF. Alias, DF no IBGE é somente Brasília. Ou seja, nenhuma cidade satélite de Brasília é considerada município pelo IBGE! Indo mais além, Guará-DF, nos Correios, é considerado cidade, e tem até CEP próprio! Ou seja, se você quer emitir uma NF-e para Guará-DF, não vai conseguir (o manual de integração diz que, nesse caso, a cidade a ser usada é Brasília). Mas e se você mandar uma correspondência para Guará usando Brasília como cidade, o Correio vai chiar?
Em suma, a falta de padrão ainda impera nos diversos orgãos deste país. E aí nós, desenvolvedores, ficamos numa sinuca de bico.
Só pra constar, minha instrução para o cliente foi a de colocar Guará como Bairro, e cidade Brasília. Mas aí fica ainda mais estranho, pois Guará-DF tem dois Bairros, Guará I e Guará II… zzzzZZZ.