Navegação GPS

Aparelhos GPS tem se tornado mais comuns a cada dia. Desde que comprei meu ETEN X500+, fiquei fã dessa tecnologia! Um dos usos mais interessantes para o GPS é sem dúvida a navegação. Através de um software navegador, você pode (pelo menos em teoria) se aventurar pela cidade de São Paulo, sem ter medo de ficar perdido.

Pra quem nunca viu o “bichinho” em ação, veja o vídeo no final deste post, mostrando a nova versão do iGo (ainda em testes), que entre outras novidades, mostra edificações em 3D durante o trajeto.

O problema é que o Brasil está bastante atrasado no que diz respeito ao mapeamento do seu território 🙁 Enquanto países da Europa e o próprio EUA tem um mapeamento quase perfeito de todas as cidades, no Brasil, os mapas disponíveis ainda se limitam às principais cidades. Pior ainda, em muitas delas, o mapa está “deslocado” em relação a posição real, fazendo com que o navegador lhe dê instruções erradas sobre onde virar, pois ele “pensa” que você está em um lugar, quando na verdade está a 100 ou 200m de lá.

Outra função que vem sendo disponibilizada nos navegadores mais recentes, é a de avisar quando o carro se aproxima de um ponto onde há um radar fixo, motrando inclusive uma indicação de qual é a velocidade máxima naquele local. Mais uma vez, os arquivos atualmente disponíveis com a posição dos radares no Brasil são bastante limitados e deficitários. Além disso, uma nova lei pretende proibir o uso desse recurso aqui no Brasil (ridículo, nem preciso falar que vai ser mais uma lei que não vai funcionar na prática).

Até hoje, pude testar na prática, dois programas: Destinator e iGo. O maior problema com o Destinator é que aparentemente ele fica bastante lento em PocketPCs com tela VGA, o que pode prejudicar a navegação (esta reclamação é comum nos foruns da internet que tratam sobre o assunto). O Destinator ficou muito popular no Brasil, pois era o que oferecia o mapa mais completo e com maior cobertura. Já o iGo é muito rápido e bastante configurável (tem opções até demais). Pelo que pude ver, o mapa mais recente do Brasil para o iGo é tão bom (ou até melhor) que o mapa usado pelo Destinator.

Sem dúvida, se fosse pra escolher entre os dois, hoje eu ficaria com o iGo. No entanto, vale a pena lembrar que existem outros softwares que parecem ser interessantes, mas que sofrem com o problema da falta de bons mapas para o Brasil. Entre eles: TomTom, Route66 e Navegon.

Com o aquecimento do mercado de navegadores no Brasil, a tendência é que a qualidade dos mapas aumente rapidamente. Mapear cidades não é um trabalho fácil. Vale mencionar o projeto Brasileiro Tracksource, que oferece ferramentas e mapas gratuitamente, para que qualquer um possa ajudar a criar novos mapas, ou aprimorar os que já existem.

Neste artigo do site PPCMag tem uma comparação superficial de vários softwares navegadores. O iGo, que mencionei anteriormente, pode ser visto no review com o nome “On Course Navigator”. Sim! Pra aumentar ainda mais a confusão, não é raro um mesmo software navegador ser vendido com diferentes nomes, dependendo da empresa que está distribuindo.

As principais empresas de mapeamento são a NavTeq e a TeleAtlas. A primeira foi recentemente adquirida pela Nokia. A segunda, já está na mira da TomTom. Interessante que, apesar de encontrarmos mapas para o Brasil de ambas as empresas, em seus sites oficiais, não encontramos qualquer menção à eles. Provavelmente pelo fato do mapeamento estar incompleto, ou talvez por algum acordo de exclusividade com parceiros Brasileiros, como por exemplo a Quatro Rodas.

Divirtam-se!

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Firefox 3 beta 3

Acaba de ser lançado o beta 3 do navegador Firefox 3. Quer saber o que mudou? Veja aqui!

Particularmente, sou fã do Firefox, e não consigo entender quem prefere usar o Internet Explorer ainda. Infelizmente, ainda existem alguns sites que usam recursos específicos do IE. Felizmente, isso vem diminuindo cada vez mais, e se você costuma acessar um desses sites, sugiro enviar um email ao webmaster pedindo compatibilidade com o Firefox.

PS: Somente hoje descobri que faltava o arquivo com a stylesheet específica para o IE no meu blog! Isso fazia com que o blog abrisse sem qualquer formatação ou imagem no Internet Explorer 🙂

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Efeito colateral

Por essa ninguém esperava! No meio dessa onda (meio furada) de “um laptop por criança” ou laptops de US$ 100, etc, um recente estudo mostrou que crianças de classes sociais mais baixas, que sempre usam o computador para realizar tarefas/trabalhos escolares, tem desempenho PIOR na escola do que aquelas que não usam (ou usam pouco) o computador!!! Veja mais informações sobre o estudo.

Creio eu, a julgar pela natureza humana (que muitas vezes não tem nada de ética), e num país onde crianças já andam armadas pelas favelas, quando todos tiverem acesso à um laptop, podemos esperar um belo aumento no uso indevido da informática, como aumento de spams, ataques DOS, etc. Não estou dizendo que sou contra a inclusão digital, apenas digo que não basta dar um computador na mão de uma criança e esperar que isso resolva todos os problemas. Melhor seria se antes, resolvessem os problemas essenciais, como falta de moradia, comida, saneamento básico, etc.

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Chat poliglota?

Para o pessoal que usa o GoogleTalk, existe um (ro)bot que pode ser adicionado como contato, e tudo que vc enviar para ele em uma determinada língua será devolvido pra você, traduzido em outra língua pré-determinada. Para saber mais e ver quais as línguas já disponíveis, dê uma olhada aqui. Com certeza pode ajudar o pessoal que tem contatos internacionais na hora de conversar em uma língua que não tenha domínio.

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BraZil, será que temos todo esse poder?

Ann Harrison, uma amiga Americana, me enviou um link para um artigo publicado on-line no site Dr. Dobbs, com o título: South American Software Development.

O artigo tem 5 páginas, mas logo na primeira, encontramos uma frase interessante: Quem fez a Sun tornar o Java Open-Source?. A resposta: O Brasil.

No restante do artigo, é discutido a importância da América do Sul, especialmente do Brasil, nas relações de outsourcing com empresas americanas. É uma leitura interessante.

Na última página, encontramos referência sobre a linguagem “Lua”. Confesso que não conhecia essa linguagem, basicamente utilizada no desenvolvimento de jogos, mas fiquei surpreso ao saber que foi criada no Brasil, e é utilizada em jogos famosos, de fabricantes como a LucasArts, Microsoft, etc.

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FDD – Traduções das palestras

Outro comentário que sempre aparece nas pesquisas sobre o FDD é sobre as traduções das palestras. Desde a segunda versão do evento, ele conta com a presença de palestrantes internacionais. Como no Brasil a grande maioria das pessoas não entendem o inglês “falado” (as vezes nem o escrito, ehheh), é necessário ter algum tipo de tradução para o pessoal não ficar “boiando”.

O sistema de tradução adotado no evento é o consecutivo. Explicando: o palestrante fala alguma coisa, pára, ocorre a tradução do que foi falado, e o ciclo continua.

Algumas pessoas reclamam, dizendo que uma tradução “realtime” com o uso de headphones seria melhor, no entanto, alguns fatores fazem com que eu ainda prefira o modelo atual, vejamos:

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