Experiência com suporte Microsoft

Apesar de ter adotado o notebook como “micro de trabalho/mesa”, não consigo me acostumar com o teclado pequeno e com o touchpad para uso cotidiano. Sendo assim, uso teclado, mouse e monitor externos para trabalhar.

Depois de uma boa experiência com o Microsoft Wireless Desktop 1000 (teclado + mouse sem fio da Microsoft), já com alguns anos de uso, o mouse começou a dar problema (desgaste mecânico), e fui atrás de uma substituição. Como estava satisfeito com o produto, optei por comprar o Microsoft Wireless 3000, um modelo mais avançado, da própria Microsoft. Diferente do modelo anterior, o teclado agora trazia um descanso/apoio para as mãos.

Após uns 8 meses de uso, a borracha desse apoio começou a “melar”, como se estivesse dissolvendo. Com isso, além de grudar no pulso (apoiado sobre ele), a borracha virou um atrator de poeira. Tentei limpa-la algumas vezes com um pano levemente umedecido, sem sucesso.

Fui deixando o tempo passar, na esperança que a coisa se resolvesse sozinha, mas é lógico que isso não aconteceu e, pelo contrário, foi piorando cada vez mais. Decidi então verificar a garantia do produto: 3 anos. Ótimo! Afinal, fazia pouco mais de um ano que o havia adquirido, ou seja, ainda estava na garantia.

Liguei no 0800 da Microsoft, expliquei o problema para o atendente, que respondeu que a garantia só cobria casos onde o teclado não estivesse funcionando. Expliquei novamente o desconforto da situação, e pedi então que ele me desse uma outra solução sobre como “desmelar” a borracha. Além de não oferecer qualquer informação sobre uma possível solução do problema (que não fosse a troca), me orientou a obter mais informações nos fóruns da comunidade Microsoft (!!!). Pedi então que ele me desse o protocolo daquela ligação, mas o mesmo respondeu que aquele tipo de chamada não gerava protocolo. Perguntei como eu provaria que eu tinha falado com ele, e que o código de defesa do consumidor exigia que qualquer chamada fosse registrada com um número de protocolo. Depois de alguma insistência e esperar por uns 10 minutos, o atendente ainda meio relutante, me passou um número de protocolo.

Inconformado com o atendimento recebido, chequei os referidos fóruns pra ver se alguém tinha passado por problema semelhante, mas não encontrei nada (lei de Murphy). Procurei então outras formas de contato. Postei na conta da MS no twitter e no facebook, e até hoje não obtive qualquer resposta desses meios. Finalmente, encontrei um link para suporte através de chat. Felizmente, a qualidade do atendimento foi outra! Expliquei a situação, me pediram pra encaminhar fotos da nota fiscal e do produto, onde estivesse nítido o número de série, coisa que fiz prontamente. Em alguns dias, recebi uma notificação por e-mail que minha solicitação seria atendida, e o produto seria trocado. Mais alguns dias, e recebi nova notificação dizendo que o produto tinha sido postado (dos USA?!). Finalmente, hoje recebi o produto novo (sem qualquer custo).

Por um lado, estou satisfeito pois a Microsoft honrou a garantia. Por outro lado, estou decepcionado pelo descaso dos contatos feitos pelo telefone, twitter e facebook. Se fosse alguém “menos chato”, provavelmente teria desistido e amargado o prejuízo, e essa é a principal diferença entre nós e o “primeiro mundo”: lá, eles exigem o que lhes é de direito, enquanto que a maioria dos brasileiros prefere não correr atrás e deixar pra lá. Não é a toa que os consumidores brasileiros ainda penam com a qualidade de atendimento.

Fica a dica!

O Livro da Moto

Para quem curte motos, a editora Globo acaba de lançar no mercado nacional O Livro da Moto (Enciclopédia Visual), contendo fotos e algumas especificações de 1.000 motos fabricadas desde 1.920. O livro tem capa dura, formato grande e luxuoso. O papel e a impressão são de ótima qualidade (coisa rara atualmente).

Recheado de fotos, o livro de 320 páginas não deve ser confundido com uma literatura técnica. Apesar de ter alguns capítulos dedicados a temas mais técnicos, como motores, etc. o foco do livro é apresentar as motos de forma visual (fotografias). A imagem de cada modelo é acompanhada de uma brevíssima descrição, e alguns dados como Fabricante, HP, velocidade máxima, etc.

Harleys, Indians, Honda, Yamaha e muitas outras marcas estão devidamente representadas.

Com certeza um ótimo presente para agradar quem gosta de motos!

Compre agora, no Submarino ou na Americanas.

Motocando e curtindo um som!

Bluetooth no capacete

Bluetooth no capacete

A dica vai para os motociclistas que além de curtir uma boa estrada, também curtem um bom rock’n’roll!

Comprei alto-falantes para colocar no capacete, ligando via cabo no celular e, portanto, curtir uma boa música enquanto dirijo. No entanto, a lei de Murphy está sempre presente, e diversas vezes o fio acaba se prendendo em algum lugar e nas “puxadas” que leva, acaba se quebrando.

Solução? Óbvio! Eliminar os fios usando o Bluetooh, ué?!

Existem diversos kits de “comunicadores” bluetooth para serem acoplados nos capacetes, no entanto:

  1. Os bons custam bem caro (Scala Rider, etc)
  2. Pra quem só quer ouvir música (e não falar), um intercomunicador é desperdício de dinheiro.

Sendo assim, comecei a procurar e encontrei um receptor bluetooth, pequeno o suficiente para ser “grudado” ao capacete sem ficar muito “paloso”.

Cortei o fio dos fones, deixando apenas o tamanho suficiente pra conectar no receptor bluetooth. Usei uma fita dupla-face e um velcro pra fixar o receptor no capacete, de forma que me permita remover facilmente, seja pra proteger “dos ladrões” ou da chuva.

No final, gastando menos de USD 15, agora posso rodar tranquilamente curtindo uma boa música!

Dicas:

  • Verifique se o seu capacete tem preparação para alto-falantes, pois se não tiver, mesmo os falantes sendo bem finos, pode acabar machucando sua orelha por ficar muito apertado.
  • Procure colocar o receptor na parte de trás do capacete, pra evitar “turbulência”.
  • Comprei tudo pelo eBay, mas como estamos no terceiro mundo, além da demora pra chegar, lembre-se que ainda corre o risco de ser tributado pela alfândega (os meus não foram).
  • Mais do que óbvio: seu celular (ou seja lá que dispositivo vc pretende usar como “tocador de música”) tem que ter suporte a Bluetooth.
  • Os fios do alto-falante são bem finos, então é bem chato de fazer as emendas.