Pedágios para motocicletas, é o fim da picada!

Pra variar, notícia boa vindo do governo é utopia! Hoje começou a valer novos valores de pedágios na rodovia D. Pedro I, utilizada principalmente para ligar o interior de SP ao litoral Norte do estado, ou como acesso à Dutra (ligando ao Rio de Janeiro).

O valor, que antes totalizava R$ 18, agora passa a ser de R$ 32,00! Não bastasse o absurdo do aumento devido a criação de novas praças de pedágio na estrada, agora começam também a cobrar pedágio de motocicletas!

A alegação é que o número de motos aumentou muito, e consequentemente, os gastos com o socorro em acidentes. No entanto, para isso, já pagamos o DPVAT anualmente!

Vejamos a definição de pedágio:

Wikipedia: Pedágio é um direito de passagem pago mediante taxa ao poder público ou a uma concessionária delegada para ressarcir custos de construção e manutenção de uma via de transporte.

O quanto uma moto estraga de asfalto em uma rodovia? Nada! Alias, é mais fácil a rodovia estragar a moto, com os buracos e imperfeições, do que o contrário! Então, o que justifica a cobrança de pedágios para motocicletas, a não ser o fato de encher os bolsos da concessionárias??

Além de ferrar com os motociclistas, que usam as rodovias principalmente para passeios de lazer nos finais de semana, os pedágios vão afetar os serviços de entrega que usam motos, ou seja, o usuário desses serviços também sentirá os efeitos, pois o custo será repassado no valor do “frete”.

Para piorar, parece não haver qualquer mobilização por parte das entidades e associações de motociclistas para impedir esse abuso! Pelo jeito a cultura deste país é a de aceitar tudo e ficar quieto mesmo 🙁

Encerrando o post, só quero ver o aumento das filas nas cabines, já que, para o motociclista, o acesso ao dinheiro é muito mais difícil devido a “indumentária” geralmente utilizada,  e que consumirá algum tempo para ser tirada (luva, jaquetas, etc).

Oferta de emprego p/ programador Delphi

Um amigo que possui uma Software House em Americana-SP estava reclamando comigo sobre a dificuldade de se encontrar programadores Delphi atualmente. Para tentar ajudar, estou publicando este “anúncio” aqui no blog, para que, caso algum programador Delphi se interesse, entre em contato com ele.

Aproveitando a deixa, acredito que essa situação de possível falta de programadores Delphi no mercado de trabalho esteja intimamente ligada ao fato de que muitas universidades deixaram de usar o Delphi em seus cursos, preferindo Java ou C#, fazendo com que os profissionais recém-formados dêem preferência por trabalhos que usem essas linguagens. Se a Embarcadero fosse (for?) esperta, faria acordos com as escolas e universidades, oferecendo licenças gratuitas do Delphi para serem instaladas nos laboratórios, pois se existe demanda no mercado, provavelmente o culpado do sumiço do Delphi nas escolas é justamente o custo do licenciamento 🙁

Google capengando… será isso uma tendência?

O Google sem dúvida foi/é uma das melhores coisas que apareceram na “Internet” nos últimos tempos. Seja pelo mecanismo de busca, GMail, Google Earth, Android, Picasa, ou qualquer uma das outras dezenas de “tecnologias” que ele nos oferece, uma coisa é certa: o Google não tem medo de arriscar e inovar.

No entanto, especialmente nos últimos meses, tenho sentido muita instabilidade nos serviços oferecidos. A falta de disponibilidade do GMail é noticiada pela mídia cada vez mais frequentemente, e outros sites, como o Orkut, respondem cada vez mais lentamente a meros clicks para mudança de páginas ou comunidades.

O fato é que, por serem serviços gratuitos, esses problemas e instabilidades são geralmente “relevados” pelos usuários. Afinal, se não estou pagando, não posso exigir muita coisa, certo? Bem, não é bem assim. Se o Google quiser continuar no “topo”, vai ter que dar um jeito de mostrar que pode oferecer qualidade e estabilidade nos serviços, mesmo nos “free”. Ou então, pode esperar que vai aparecer alguém pra passar a perna nele, e não precisa nem ser uma Microsoft, pode ser qualquer um, com um pouco de dinheiro e boas idéias.

O Google não é bonzinho. Por trás de tudo isso que ele oferece, o objetivo continua a ser lucrar. Hoje, sua maior fonte de renda é a publicidade, mas de que adianta publicidade, se o site não abre ou se os links não funcionam? Como é que vai aparecer os banners de propagandas, se a página não carrega, ou se não consigo entrar no Gmail? E quem vai ter coragem vontade de pagar pelas versões “vip” de alguns dos serviços, se não dá pra confiar que ele funciona quando você precisa?

Google, abre o olho!

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