E se o Google virar “do mal”?

Até hoje, o Google tem sido considerado uma empresa “do bem”. Ótimas tecnologias, a maioria sendo oferecida de graça, mecanismo de busca imbatível, etc. fizeram com que o Google crescesse numa velocidade inacreditável. Hoje, dificilmente temos alguém que nunca utilizou alguma das tecnologias oferecidas pelo Google.

Mas e aí? O Google é bonzinho e só faz isso porque gosta de ajudar todo mundo?! Óbvio que não. O Google também quer dinheiro, aliás, deve ser uma das empresas mais lucrativas do mundo.

A coisa começa a ficar preocupante quando você pára pra pensar, e se dá conta que tudo que você faz utilizando as tecnologias do Google, está alimentando uma imensa base de dados (de valor incalculável), e que pode ser usada à seu favor, ou contra você. Se você tem uma conta Google, visite o link History e verá do que estou falando! Tudo que fez nos últimos dias, semanas, meses, está ali! O Google sabe o que você procura mais, os filmes que assistiu (youtube), pra onde você foi (maps), seus compromissos (calendar), seus amigos (gmail, orkut), etc! Imagine se tudo isso cai nas mãos de spammers, ou de empresas não muito éticas?! Obviamente, políticas de segurança garantem algum tipo de proteção, mas todos sabemos que proteção 100% segura não existe.

Por enquanto, creio que ninguém precisa se desesperar, mas é bom ficar esperto, e sempre manter uma certa “pressão” pela ética e segurança das informações.

Um outro artigo que discute essa questão pode ser lido aqui.

(.NET) Garbage Collector, e você pensava que nunca mais ia ter que liberar memória manualmente…

Este post mostra um cenário interessante, e alerta para o fato de que muitas vezes, mesmo usando linguagens de alto nível, que contam com Garbage Collector para liberar automaticamente a memória não mais necessária, o programador ainda terá que liberar alguns recursos manualmente, para evitar um alto consumo de memória pela aplicação.

Não é brasileira, mas também gosta de complicar

Apesar da Microsoft não ser uma empresa genuinamente brasileira, as vezes penso que eles fizeram algum tipo de pós-graduação no Governo Brasileiro pra aprender como complicar as coisas, ao invés de simplificar (coisa que o governo é expert).

Veja, por exemplo, o caso do (ainda não lançado) Windows 7. Teremos ao todo, sete versões diferentes do produto:

  • Windows 7 Starter (limite de 3 aplicações concorrentes)
  • Windows 7 Home Basic (para mercados emergentes?!)
  • Windows 7 Home Premium (possui o Aero, Touch, Media Center)
  • Windows 7 Professional (Remote Desktop host, Mobility Center, Presentation mode)
  • Windows 7 Enterprise (licenças por volume, boot por drives virtuais, BitLocker)
  • Windows 7 Ultimate (disponibilidade limitada, includi tudo)

Ou seja, ao invés de tentar simplificar as coisas, lançando um sistema operacional bom e de baixo custo, que qualquer um possa comprar e usar, a MS aparentemente continua mais interessada em restringir os recursos de acordo com o preço.

Mas, se for pensar bem, eles não são os únicos que agem deste modo. Veja, por exemplo, as montadoras de carros. Relógio digital, preparação para som, etc. são itens que deveriam ser padrão em qualquer versão do automóvel, afinal, o custo da inclusão desses itens no produto final não é alto. No entanto, elas preferem lançar 3 modelos de cada carro, variando os “opcionais”, e cobrando um preço muito mais alto do que o real aumento do custo, apenas para segmentar e poder “cobrar mais”.

Brasil Heavy Metal

Está sendo produzido um documentário bem legal sobre o Heavy Metal no Brasil, com dezenas de entrevistas com o pessoal “das antigas”, que contam como eram as coisas na década de 80, quando o estilo ganhou muita força com o Rock in Rio, etc. Confira abaixo o vídeo de uma matéria do Metrópolis sobre o documentário.

Cadeira para quem trabalha com computador

Chegou a hora de trocar minha cadeira de trabalho. Como fico sentado a maior parte do dia, trabalhando na frente do monitor, uma boa cadeira é condição mínima necessária para não acabar torto ou com um grave problema de coluna.

A questão é que, devido a imensa variedade de marcas, modelos, e principalmente, preço, escolher a melhor cadeira é tarefa quase que impossível. Fazendo uma rápida pesquisa com o meu amigo Google, descobri um artigo muito interessante, que avaliou na prática (e com seres humanos) diversas marcas e modelos de cadeiras. O fato mais interessante é que as cadeiras mais caras geralmente foram as que tiveram pior avaliação de conforto! Eh ruim, hein?! Imagina gastar uma puta grana e depois ainda ter que pagar um massagista!!

Infelizmente nem tudo é maravilha… a cadeira melhor avaliada em termos de conforto, acabou não tendo uma nota boa no teste de resistência. Pelo jeito, a cadeira perfeita (boa, barata, confortável e durável) ainda não existe, mas o artigo pode lhe ajudar a decidir pela melhor opção disponível.

Atualização 05/02/09: Mais um artigo interessante sobre o tema.

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