Chat poliglota?

Para o pessoal que usa o GoogleTalk, existe um (ro)bot que pode ser adicionado como contato, e tudo que vc enviar para ele em uma determinada língua será devolvido pra você, traduzido em outra língua pré-determinada. Para saber mais e ver quais as línguas já disponíveis, dê uma olhada aqui. Com certeza pode ajudar o pessoal que tem contatos internacionais na hora de conversar em uma língua que não tenha domínio.

BraZil, será que temos todo esse poder?

Ann Harrison, uma amiga Americana, me enviou um link para um artigo publicado on-line no site Dr. Dobbs, com o título: South American Software Development.

O artigo tem 5 páginas, mas logo na primeira, encontramos uma frase interessante: Quem fez a Sun tornar o Java Open-Source?. A resposta: O Brasil.

No restante do artigo, é discutido a importância da América do Sul, especialmente do Brasil, nas relações de outsourcing com empresas americanas. É uma leitura interessante.

Na última página, encontramos referência sobre a linguagem “Lua”. Confesso que não conhecia essa linguagem, basicamente utilizada no desenvolvimento de jogos, mas fiquei surpreso ao saber que foi criada no Brasil, e é utilizada em jogos famosos, de fabricantes como a LucasArts, Microsoft, etc.

FDD – Traduções das palestras

Outro comentário que sempre aparece nas pesquisas sobre o FDD é sobre as traduções das palestras. Desde a segunda versão do evento, ele conta com a presença de palestrantes internacionais. Como no Brasil a grande maioria das pessoas não entendem o inglês “falado” (as vezes nem o escrito, ehheh), é necessário ter algum tipo de tradução para o pessoal não ficar “boiando”.

O sistema de tradução adotado no evento é o consecutivo. Explicando: o palestrante fala alguma coisa, pára, ocorre a tradução do que foi falado, e o ciclo continua.

Algumas pessoas reclamam, dizendo que uma tradução “realtime” com o uso de headphones seria melhor, no entanto, alguns fatores fazem com que eu ainda prefira o modelo atual, vejamos:

Fim do mundo

Será cada vez mais difícil de viver neste planeta… a vida vai se tornar uma chatice total (a não ser que você queira se tornar um subversivo e viver às margens da lei), escreva o que estou dizendo!

A sociedade está ficando paranóica em todos os aspectos! Um exemplo? Uma organização chamada  National Music Publishers’ Association (NMPA) está proibindo diversos sites de publicar tablaturas feitas pelos visitantes que geralmente escrevem as tabs “tirando a música de ouvido”. As tabs são a forma mais fácil dos guitarristas que não sabem (não querem, ou não gostam de) ler partituras de aprender a tocar uma música do seu artista preferido. A alegação é que a publicação das tabs infringe a lei de direitos autorais! Ridículo!

Pelo amor de Deus! Onde é que vamos parar com tudo isso? No futuro, até enviar um email será uma tarefa de risco. Afinal, dependendo da paranóia de quem está recebendo, o autor poderá ser processado pelos motivos mais exdruxulos.

O bom senso está se tornando um artigo raro na sociedade.

FDD – Palestras comerciais?

Continuando a série de “respostas” para os comentários mais comuns que aparecem nas pesquisas sobre o FDD, responderei agora àqueles que reclamam do fato de algumas palestras serem muito “comerciais”.

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