Ativando o face unlock no Galaxy S4 Lollipop

Após atualizar meu Galaxy S4 (i9505) para o Android 5.01 (Lollipop – ROM original da Samsung), a opção de destravar o dispositivo através da detecção facil desapareceu.

Após inúmeras pesquisas em diversos sites, descobri que é necessário ativar alguns recursos para que ela volte a funcionar. Segue how-to:

  1. Vá em Configurações, Mais, Segurança
  2. Role a tela para baixo, e entre na opção Agentes de Confiabilidade
  3. Marque a opção Smart Lock (Google)
  4. Volte para a página anterior, e agora aparecerá uma nova opção chamada “Smart Lock”
  5. Clique nela, e entre as opções que irão aparecer, está a de “Rosto de Confiança“.
  6. Clique nela e registre o seu rosto para que o aparelho possa detectá-lo na tela de bloqueio.

Note que esse recurso não é tão seguro quanto o uso de senhas ou do PIN.

Note também que ele agora está muito mais rápido, e não aparece mais a imagem da sua cara “ao vivo” na tela de desbloqueio. Outra diferença em relação a versão anterior é que, assim que o aparelho identificar seu rosto, você ainda precisará deslizar a tela para destravá-lo.

Aproveite e verifique as outras opções de Smart Lock que estão disponíveis nessa versão do Android.

Fica a dica!

Convertendo sua máquina em uma VM

Se você é desenvolvedor de software, as VMs (Virtual Machines) podem ajudar muito na criação de ambientes de testes, etc.

Já há algum tempo venho usando o vCenter da VMWare para converter minha máquina de trabalho em uma VM, ou seja, a VM será um espelho exato da máquina de trabalho, no momento em que foi criada.

Meu problema começou quando troquei a máquina de trabalho, que antes era um notebook Dell com Windows 7.1 Pro 64bits, para um Avell com Windows 8.1 Pro 64bits (partições GTP e BIOS UEFI). Ao usar o vCenter, a nova VM era criada sem problemas, mas ao executá-la no VMWare Player 7, a máquina não chegava nem a dar boot, sendo que nenhuma mensagem de erro era apresentada. Enfim, simplesmente não rodava!

Depois de muitas tentativas, consegui contornar o problema da seguinte forma:

  1. Use o vCenter para criar a nova VM (vamos chama-la de Win8) baseada na sua máquina atual.
  2. Depois de criada, teste no VMWare Player 7. Se funcionar, então você deu sorte e pode parar de ler esse artigo. Se não funcionar, continue lendo.
  3. Crie uma nova VM direto no Player 7 (configure corretamente, especialmente os parametros do SO Guest). Vamos chamá-la de VMNew
  4. Mova o arquivo vmdk da VM Win8 para a pasta da VMNew, e renomeie ele para ficar com o mesmo nome do vmdk da VMNew (obviamente você terá que apagar o arquivo original antes de renomear).
  5. Entre no Player e execute a VMNew, e irá funcionar.

Fica a dica! Espero que eles resolvam esse problema logo, pra que não seja mais necessário fazer essas “gambiarras”.

Manual da WarmBoot BBS

Continuando a sessão nostalgia, abaixo segue o link do manual da WarmBoot BBS. Para os que viveram a época das BBSs, muitos dos termos utilizados trarão boas recordações. Para os mais novos, pode parecer um pouco estranho, afinal, hoje em dia, quem é que precisa configurar os parâmetros de paridade, etc. do modem (discado)? 😀

Zmodem, Fidonet, RBT, telas ANSI, etc… isso te lembra alguma coisa? 🙂

Enjoy!

Manual da WarmBoot BBS

Conferência Internacional Praga 2014 – Dia 2

Hoje foi o segundo (e última dia) da conferência internacional. Diversas palestras bastante interessantes. Minha palestra sobre Tipos Numéricos no Firebird (que apresentei no FDD do ano passado) teve a sala cheia, e diversas pessoas vieram me cumprimentar depois pela palestra! Fiquei muito feliz com o feedback que obtive com as duas palestras que apresentei.

Tivemos duas palestras que envolveram benchmarks… a de Paul Reeves usou uma versão em Java do TPC-C, e mostrou resultados no mínimo curiosos e que, estranhamente, não coincidem com os resultados do teste TPC-C portado para C++ por Vlad Khorsun.  Em segunda, tivemos uma palestra de Pavel Zotov, que hoje é o “bug hunter” oficial do Projeto. Pavel criou um sistema de testes e benchmarks totalmente baseado no isql (sem dependência de utilitários externos), que simula um sistema bastante completo de compras/vendas. Esse sistema foi preparado para estressar ao máximo o Firebird, e já conseguiu “descobrir” 30 bugs no Firebird 3 (alguns já foram corrigidos) que dificilmente seriam descobertos com um uso moderado do banco de dados.

Ivan Prenosil falou sobre o uso das tabelas de sistema do Firebird para extrair diversas informações bastante úteis. Ivan realmente domina o assunto, e fechou a palestra com um desafio para os presentes que despertou dúvidas até mesmo dos core developers! Dmitry Yemanov falou sobre as novas informações disponibilizadas nas tabelas de monitoramento do Firebird 3 e que ajudarão ainda mais a descobrir gargalos de performance.

Jim Starkey e Ann Harrison falaram sobre Threads em bancos de dados, comentando a parte “histórica” envolvida, problemas relacionados, possíveis soluções, etc.

No fim tivemos uma mesa redonda com todos reunidos.

Segue mais fotos, agora do segundo dia…

Conferência Internacional (Praga 2014 – dia 1)

Hoje foi o primeiro dia da Conferência Internacional de Firebird em Praga (2014). Essa é a terceira vez que venho pra cá para palestrar, e possivelmente está sendo a edição com mais participantes das 6 últimas conferências internacionais! Mesmo assim, está longe de ter o público do FDD (cerca de 1/4 ou até menos).

Minha palestra foi sobre criação de logs para auditoria de dados. A sala estava cheia, e o feedback que tive foi bastante positivo 🙂 Essa palestra já foi apresentada na sétima edição do FDD, mas foi a primeira vez que apresentei ela aqui “fora”.

Assisti também a palestra do IBObjects. O produto é tão completo (e as vezes complexo), que mesmo sendo um usuário antigo do IBO, acabei aprendendo coisas novas 😉 Jim Starkey e Ann Harrison também palestraram hoje… Ann falou sobre páginas e registros orfãos, e Jim fez uma coletânea das suas invenções, inclusive as mais recentes. No momento, ele está criando um novo banco de dados, que possivelmente será lançado também no modelo open source (será?).

Dmitry Yemanov abriu a conferência com basicamente a mesma palestra que ele apresentou no FDD desse ano (apenas com algumas modificações). A palestra seguinte foi de Vlad Khorsun, que falou das novidades do Firebird 3 (que no meu caso não adicionou muita coisa, pois já estava ciente da maioria das coisas.

Tivemos também palestras sobre .NET e Java, que particularmente não me interessavam, então preferi ficar no “networking” com o pessoal fora das salas.

Amanhã terei outra palestra, dessa vez falando dos tipos numéricos do Firebird (que foi a minha palestra da 10 edição do FDD 😉 ).

A seguir algumas fotos… clique para ampliar…

 

A história da WarmBoot BBS

O texto abaixo foi extraído da primeira edição do WarmNews, uma publicação eletrônica criada por mim em 1994, e distribuída em diversos BBS pela RBT, ainda na época em que era SysOp da WarmBoot BBS. O texto foi escrito pelo Luiz Paulo, Co-SysOp da BBS, e acredito que vai despertar muitas saudades e lembranças de quem teve o privilégio de viver aquela época 😉

Algumas das pessoas mencionadas nesse texto eu não tenho mais contato, portanto, estou mascarando parte do nome delas, por não ter autorização de menciona-los.

Com a rápida proliferação da Internet, as BBS fecharam suas portas há muitos anos, pois não havia mais sentido da sua existência. No entanto, ficaram marcadas na memória de todos aqueles que viveram aquela era de “inovação tecnológica” 😉

Carlos H. Cantu

História de um BBS (publicado originalmente em 1994)

Acho que é de grande curiosidade da maioria dos usuários saber como foi a história do seu BBS. Nas linhas abaixo, descrevemos a história do WARMBOOT BBS, desde seu planejamento até o que é hoje.

Se você é SysOp e acha que a história da criação do seu BBS é interessante, entre em contato conosco para que possamos publica-la nos próximos WarmNews !

Texto escrito por Dart Vader (WarmBoot Group).

Tudo começou em Setembro de 1992, quando um certo SysOp de Campinas cortou o acesso de 2 membros do ainda não existente WARMBOOT Group em seu BBS, alegando que não podia “dar nível” a ninguém (NE: nível se refere ao limite de acesso que um usuário tinha, indo desde ter direito a ficar poucos minutos conectado por dia e não poder fazer download, até poder máximo). Só que este esqueceu que GRANDE PARTE do que ele tinha de Multimídia na época tinha sido levado por eles. Passado um tempo, tivemos a ideia de montar o nosso próprio BBS.

Foi aí que nos reunimos com o intuito de criar o WARMBOOT BBS. O grupo era composto pelos seguintes membros e colaboradores:

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