FreeStyle Libre – avaliação (dia 1)

Depois de quase dois anos de espera, finalmente a Abbott lançou no Brasil o FreeStyle Libre, um medidor de glicose que promete aliviar os dedos dos diabéticos, permitindo a leitura da glicemia sem picadas.

Libre e sensores

Libre e sensores

O Libre foi lançado na Europa há cerca de 2 anos. Tamanho foi o sucesso que, chegou a faltar sensores para vender! O aparelho está sendo vendido apenas em alguns países e, finalmente, chegou a vez do Brasil! Curiosamente, o Libre ainda não é vendido nos EUA, provavelmente devido a falta da aprovação do FDA.

Pelo menos nesse primeiro momento, no Brasil, o Libre só está sendo vendido via internet, e apenas para quem se cadastra no site www.freestylelibre.com.br. As vendas estão acontecendo “por ordem de cadastro”, através de uma parceria da Abbott com a Drogaria Onofre, ou seja, os primeiros que se cadastraram são os primeiros a poderem comprar. Como devo ter sido um dos primeiros, fiz a compra e três dias depois recebi o aparelho.

O preço do Kit Inicial, que é composto pelo aparelho que faz a leitura (leitor) e mais dois sensores, sai por R$ 599,70 + FRETE. Nesse Kit, o leitor sai com um desconto de R$ 120 em relação se comprasse tudo separadamente. Cada sensor custa R$ 239,90 e precisa ser trocado a cada 14 dias. Não é necessário dizer que o custo já é um fator impeditivo para muita gente 🙁

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Libre - conteúdo do pacote

Libre – conteúdo do pacote

Libre - Conteúdo da caixa com o leitor

Libre – Conteúdo da caixa com o leitor

Como funciona

Para medir sua glicose, você precisa basicamente de duas coisas: o leitor e um sensor ativo. O sensor fica literalmente grudado na parte de trás do braço. Ele é inserido de forma muito fácil e praticamente indolor, através do aplicador descartável, que acompanha cada sensor. O sensor é invasivo, ou seja, apesar dele ficar grudado na pele, um pequeno “filamento” é inserido pelo aplicador, de forma subcutânea. Calma! Não se desespere! O processo de aplicação do sensor é muito simples, rápido e feito por você mesmo. Mal dá pra sentir a “picada” durante a aplicação. Quem tem pavor de agulha também pode ficar tranquilo, pois ela fica escondida no aplicador, e é impossível vê-la no momento da aplicação. O aplicador é realmente bastante engenhoso 🙂 Apesar do aplicador usar uma agulha, a agulha não fica no seu corpo!

O sensor tem o tamanho de uma moeda de  1 R$, e possui um forte adesivo para evitar que se mova, afinal, ele precisa ficar “grudado” por 14 dias. Você pode tomar banho, fazer academia, e até mesmo nadar com o sensor (o manual diz que resiste até 1m de profundidade, por 30 minutos).

Tenho que admitir que depois de colocado, você até esquece que ele está lá. Não atrapalha em nada o dia-a-dia.

Libre - Conteúdo da caixa com o sensor

Libre – Conteúdo da caixa com o sensor e aplicador

Não vou entrar em detalhes sobre o processo de aplicação do sensor, porque é realmente muito simples e facilmente compreendido no folheto de instruções rápidas que acompanha o produto. Basicamente, você alinha o sensor e o aplicador, encaixa um no outro, pressiona de forma que o sensor seja anexado ao aplicador, e depois pressiona o aplicador na região do braço que você quer colocar o sensor. Sem mistério! Se está curioso, tem alguns vídeos no Youtube que mostram como colocar o sensor. O site do Libre também tem um vídeo tutorial.

Sensor do Libre inserido

Sensor do Libre inserido

Colocado o sensor no braço, basta ligar o aparelho (leitor). No primeiro momento que ele é ligado, você poderá selecionar algumas opções de configuração, e também atualizar a data e a hora (o meu já estava tudo certo). Terá também que definir uma faixa de glicose que você considera como seu objetivo (ex: de 80 a 140), usada basicamente na apresentação dos gráficos e para estatísticas. Depois, terá que “ativar” o sensor, bastando escolher a opção de ativação, e aproximar o aparelho perto do sensor. Todas as configurações podem ser alteradas depois.

A partir daí, você deve aguardar uma hora, enquanto o sensor “se autocalibra”. Essa é uma diferença do Libre com outros medidores contínuos de glicose: não é necessário calibrar o sensor medindo a glicose em outro aparelho! Os sensores do Libre vem pré-calibrados de fábrica.

Passada a primeira hora, você já pode começar a medir sua glicose. A medição é muito fácil: passe o leitor próximo ao sensor (por cima da roupa mesmo) e pronto! O sensor faz uma leitura do nível de glicose automaticamente, a cada 15 minutos, e armazena até 8h de leituras nele mesmo, ou seja, você pode ficar até 8h sem passar o leitor no sensor, e não perderá qualquer informação. Quando passar o leitor, ele irá descarregar as leituras armazenadas no sensor para o aparelho, e apresentar a glicemia atual, bem como a variação das últimas horas, dias, etc. através de gráficos. Tudo muito fácil de entender.

Precisão

Mais importante do que a facilidade do uso, é a precisão do aparelho! Afinal, é baseado nas medições de glicose que tomamos as decisões sobre o quanto de insulina precisamos tomar, até mesmo para fazer uma correção.

Antes de continuarmos, é importante você saber algumas coisas:

  1. Nenhum medidor de glicose de uso pessoal é 100% preciso. Muito pelo contrário, a maioria dos medidores de glicose possuem uma margem de erro que pode chegar a 20% comparado a uma medição em laboratório. Sim, é isso mesmo! Você pode ler mais sobre o assunto e ver alguns testes de precisão nesse outro post do meu blog. Não preciso dizer que uma medição errada pode fazer com que se aplique uma dose incorreta de insulina, podendo levar à uma hipoglicemia. Infelizmente, o diabético ainda tem que se basear na sua própria experiência para tentar ajustar possíveis erros.
  2. Diferente dos medidores de glicose “tradicionais”, onde a medição é feita furando-se o dedo e obtendo o sangue dos capilares, o Libre faz a medição da glicose a nível intersticial. Isso já seria suficiente para dar diferença entre os dois tipos de medições. O aparelho usa algoritmos de correção para compatibilizar as leituras. Podemos dizer que a glicose medida intersticialmente tem um atraso em relação a glicose capilar de aproximadamente 5 minutos. Por isso, quando a glicose estiver variando rapidamente, vai demorar mais tempo para o Libre perceber essa variação.

Eu já havia lido em sites internacionais, que a precisão do Libre não é muito boa nas primeiras 24h após a ativação do sensor, e tende a melhorar com o tempo. Vejamos então como o Libre se comportou no meu primeiro dia de uso. Ativei o sensor logo após ter almoçado (13h) e fiz a primeira leitura às 14h.

Libre - primeira medição

Libre – primeira medição

Para minha surpresa, a primeira medição se mostrou bastante próxima do medidor de glicose “tradicional” (lembre-se da margem de erro dos leitores!).

No entanto, as medições seguintes mostraram que  a glicose estava caindo, até chegar a um ponto onde o Libre indicou “LO” na tela. Isso acontece quando a glicose está abaixo de 40 (na medição do Libre, obviamente). O medidor tradicional acusava 56, ou seja, considerando a margem de erro, as leituras provavelmente ainda estavam compatíveis).

Libre - glicose baixa

Libre – glicose baixa (15h41)

Tomada as devidas providências para aumentar a glicose no sangue, também conhecida como “comer um pouco de açucar e/ou chocolate e/ou suco de laranja”, fui acompanhando com novas medições, e pude constatar que enquanto o medidor tradicional já apontava uma leitura fora de perigo (97), o Libre ainda mostrava “LO”. Ou seja, aparentemente, o Libre demora muito mais tempo para detectar a normalização da glicose. A medição abaixo foi feita uma hora após ter ingerido açúcar para corrigir a hipoglicemia.

Libre - ainda pensa que a glicose está baixa

Libre – ainda pensa que a glicose está baixa (16h53)

Com o passar do tempo, o Libre começou a “normalizar”, mas ainda mostrando uma diferença razoável em relação ao medidor tradicional:

Libre - medição de glicose

Libre – medição de glicose (18h05)

Horas depois, as leituras voltaram a ficar compatíveis.

Ou seja, pelo menos nesse primeiro dia, ficou claro que não será possível abolir completamente o medidor tradicional (e a Abbott deixa isso bem claro no seu manual). No caso de leituras muito baixas ou muito altas, teremos que recorrer ao medidor tradicional para “confirmar”.

Espero que passado o primeiro dia, o sensor já esteja mais “calibrado” de forma a minimizar essas diferenças. Vamos ver…

Conclusão do primeiro dia

Apesar da diferença nas leituras e do “atraso” na atualização das taxas, no caso da hipoglicemia, eu avalio esse primeiro dia como uma experiência bastante positiva. É muito bom medir a glicemia sempre que quiser, sem precisar ficar se espetando.

Também ajuda muito acompanhar a curva da glicêmica durante as horas, o que facilita também a entender como determinados alimentos, bebidas, exercícios, etc. agem no seu organismo.

Em alguns dias, farei um novo post, atualizando minha experiência com o Libre!

Fiquem de olho no blog.

Diabetes e eu

Sou diabético desde os 16 anos (estou com 43), ou seja, já vivo há mais tempo com diabetes do que sem ela. Depois de descobrir a doença e passada a fase da “lua de mel”, posterior “negação”, tratamentos alternativos, passei por trocentos endocrinologistas da minha cidade até chegar à conclusão que a melhor forma de me manter saudável era eu mesmo entender a doença pra saber como responder à ela. Li (e continuo lendo) muito sobre o assunto. O acompanhamento médico é importante, mas ele não vai estar 24h por dia ao seu lado, então mais importante ainda é saber como viver com a doença, como reagir as diferentes situações que ela vai lhe causar, como entender a glicemia, a insulina e como seu corpo responde à ela, a influência de atividade física, etc.

Dizer que um diabético pode ter uma vida normal é obviamente uma mentira. Mas podemos sim ter uma vida de qualidade, ainda mais nos tempos de hoje, com insulinas de ação ultra-rápida e as novidades tecnológicas para nos auxiliar.

O diabético vive uma batalha diária, com preocupações que pessoas normais não tem e, portanto, também não compreendem. Achar que sua taxa de glicose estará sempre normal é uma utopia. Ela vai variar constantemente, por “n” motivos que muitas vezes são óbvios, mas que muitas vezes só podem ser explicados pela “conjunção dos astros” ou talvez pelo Dr. House (pena que ele não existe de verdade).

Procuro manter a glicose dentro da faixa de 80 a 140, porque quero estar “inteiro” para aproveitar uma cura quando ela surgir. E acredite, estamos cada vez mais perto disso (mais sobre o assunto em um próximo post).

Manter a glicemia próxima da normal significa que as chances de ter hipoglicemia aumentam proporcionalmente, portanto, é essencial o monitoramento da glicose. Uma unidade a mais de insulina que se tome além do “necessário”, pode fazer a diferença entre uma glicose normal (80) e uma hipoglicemia (40). O X da questão é justamente saber a dose necessária, e aí só com a ajuda da experiência mesmo.

Leia meu segundo post: Duas semanas com o FreeStyle Libre.

Alíquotas padrão (internas) de ICMS 2016

O ano de 2.016 já começa com uma dose a mais de dor de cabeça para os programadores, devido a falta de sensibilidade e incompetência do governo no que diz respeito a datas, prazos e complexidade de alterações das leis que eles mesmos criam (sim, estou falando das mudanças do ICMS em operações interestaduais).

Vale lembrar que alguns estados aproveitaram para alterar suas alíquotas internas de ICMS (ex: AP, AM, RS, etc).

Neste link do Cenofisco, podemos encontrar as novas alíquotas vigentes em 2.016.

NT 2015.003 v 1.60 – a “palhaçada” continua!

Dia 30/12… nosso querido governo, obviamente sabendo que programadores não gostam de viajar, muito menos de comemorar a virada do ano, resolve lançar mais uma atualização da NT 2015.003, com mais alterações e, como de costume, deixando mais dúvidas pairando no ar.

Uma das alterações diz que o valor do FCP não deve ser somado ao valor do ICMS do estado de destino, nos itens das notas. No entanto, no total, continua somando. E aí? Não seria uma incoerência? Ou será que o estagiário esqueceu de atualizar o texto?

Nesse momento, se tentarmos autorizar uma NF seguindo as novas instruções da NT 1.60, ela é rejeitada, pois o total do ICMS do estado de destino na nota não fecha com a soma do valor do icms de destino dos itens, o que reforça a incoerência descrita acima, ou então indica que a Sefaz não atualizou os webservices de homologação.

Eu já desabafei sobre esse assunto no meu post anterior, então não vou repetir os “elogios” aqui… mas que é revoltante, no mínimo, é!

Feliz Ano Novo para todos!

NT 2015.003 v1.60

Preenchimento do XML de NF-e referente a partilha do ICMS

O mês de Dezembro/2015 está sendo extremamente desgastante para os programadores de softwares ERP, visto que nosso “querido governo” aparentemente não tem a mínima noção das implicações causadas pelas mudanças de leis, muito menos qualquer bom senso sobre a estipulação de prazos. Soma-se a isso o aparente fato de que, nem mesmo quem altera/cria as leis, parece ter a mínima consciência das complicações que irá gerar. Vide a “tragicomédia” referente a Nota Técnica 2015.003, que já tem várias revisões, onde uma nova revisão muitas vezes desfaz o que foi estipulado na versão anterior, e nem sempre orienta corretamente sobre os procedimentos, como foi o caso do exemplo de cálculo introduzido na revisão 1.40 e removido na revisão 1.50 (por não ser mais válido), sendo que um novo exemplo nem mesmo tenha sido introduzido.

Já passamos da metade do mês, temos Natal e Ano Novo pela frente, e parece que somente há alguns dias atrás, chegou-se a uma versão final de como devem ser feitos os cálculos para apurar os valores de partilha de ICMS. No entanto, nenhum exemplo oficial sobre o cálculo e preenchimento dos campos no XML foi disponibilizado, o que dá margem para múltiplas interpretações, colaborando ainda mais para o surgimento de dúvidas, contestações e desespero daqueles que se vêem obrigados a implementar as alterações em seus softwares, sem nem mesmo ter certeza de como faze-lo, estando há menos de 10 dias para a entrada em vigor das obrigações!

Isso só comprova o CIRCO instaurado no país, em todos os seus níveis e camadas! A legislação tributária, já infinitamente complexa, não pára de se complicar! Até mesmo o SuperSimples, que como o nome sugere, deveria ser SUPER SIMPLES, se torna cada vez MENOS SIMPLES. Me espanta a passividade dos contadores – classe que deveria estar brigando (juntamente com o empresariado) pela simplificação da legislação tributária, na tentativa de traze-la à um mínimo de racionalidade!

Feito o desabafo, vamos ao motivo real desse post, que é o de ajudar os colegas programadores que ainda estejam com dúvidas no preenchimento dos novos campos do XML. Para tanto, estou disponibilizando uma planilha Excel com um exemplo, seguindo meu atual entendimento de como deve ser feito. Observe que esse entendimento pode não ser o correto, portanto, use a planilha por sua conta e risco, e fique a vontade para comentar caso ache alguma inconsistência. Aconselho validar com seu contador a fórmula de cálculo que adotar (torcendo para que ele esteja bem informado/atualizado sobre o assunto).

Feliz Natal, e boa sorte!

  • Atualização 30/12/2015: Ler esse post.
  • Atualização 04/01/2016: Planilha atualizada (1.01) conforme v 1.60 da NT 2015.003

Planilha Preenchimento XML ICMS

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O interessante é que ela libera um título gratuitamente, todos os dias! Para baixar o eBook, basta se cadastrar no site, e entrar diariamente neste link para ver qual título está disponível e, se interessar, baixa-lo imediatamente, DE GRAÇA!

Fica a dica!

Abrindo arquivos HLP no Windows 10

Desde o Windows 7, a Microsoft não distribui mais o WinHelp (WinHlp32.exe), responsável por abrir os antigos arquivos de ajuda (help).

Para quem ainda usa programas antigos/desatualizados, ou desenvolve software usando componentes antigos que não tiverem o arquivo de ajuda migrados para o novo formato, isso acaba gerando um grande problema.

Até a versão 8.1 do Windows, a Microsoft estava criando instaladores do WinHelp, que podiam ser baixados e instalados manualmente através do link https://support.microsoft.com/pt-br/kb/917607. No entanto, até o momento (Nov/2015), não há uma versão disponível para o Windows 10.

Vasculhando a internet, encontrei um link onde mencionavam uma alternativa (gambiarra) para conseguir instalar o WinHelp no Windows 10 e, portanto, abrir os arquivos .hlp. Basicamente, oque deve ser feito é:

  1. Baixe o arquivo disponível em http://www.komeil.com/download/1230
  2. Descompacte (com o WinRar, etc) o conteúdo do arquivo baixo em uma pasta temporária qualquer.
  3. Entre os arquivos extraídos, está o install.cmd
  4. Edite o install.cmd no bloco de notas, e deixe o conteúdo da seção Settings como no exemplo abaixo (basicamente, insira as duas linhas que estão em negrito).
  5. Grave as alterações.
  6. Baixe o arquivo 7zip disponível em http://www.komeil.com/download/2968 e extraia os arquivos winhlp32.exe e winhlp32.exe.mui encontrados em “50.0.6001.18001 Windows Vista & Windows Server 2008 KB917607 updated functional” e substitua os originais gerados pelo passo 2 acima.
  7. Execute o Install.cmd como Administrador.

Fazendo isso, você conseguirá abrir os antigos arquivos de help, no Windows 10.

Os passos abaixo são necessários caso a opção de Busca (Find) do WinHelp não esteja funcionando devido a falta do arquivo ftsrch.dll:

  1. Entre em http://originaldll.com/file/ftsrch.dll/1047.html e baixe a DLL
  2. Se seu Windows for 64bits, grave-a na pasta c:\Windows\SysWow64, se for 32bits, grave-a na pasta c:\Windows\System32
  3. Note que parar gravar nessas pastas, você precisa ter permissões de Administrador.

Com isso, a opção de Busca deve passar a funcionar.

:: --------------------------------
:: Settings

set MuiFileName=winhlp32.exe.mui
set ExeFileName=winhlp32.exe
set WindowsVersion=7
goto :BypassVersionError
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